Resumo do 289º Episódio de Remédio Santo

Entre 25 de junho a 1 de julho...

Ema toca à porta da casa de Sara, e quando Dora abre ela pergunta por Sara. Sara aparece e Ema afirma ser sua irmã. Renato fica desconfiado e pergunta a Sara porque nunca lhe disse antes que tinha uma irmã. Sara responde que não tem nem conhece aquela rapariga. Ema diz que vai contar o que sabe e afirma serem filhas do mesmo pai. Ema revela que a sua mãe lhe contou no leito de morte que tinha uma irmã, fruto de uma relação extraconjugal com o pai de Sara.

Aurora e Gonçalo chegam com Gabriel a casa de Jacinta, que perde a agitação e nervosismo em que estava e afirma que aquele é um dos dias mais felizes da sua vida. Jacinta conta que as pessoas de Mundão vão ficar em choque, mas Aurora aconselha-a a mentir para se proteger. Jacinta acaba por concordar e Aurora revela que vai denunciar à polícia que Helena a tentou matar e que teve de fugir. O Padre Venâncio entra e fica atónito com a presença da Santinha da Luz.

Eugénia informa que agora que Hortense regressou e Daniel está dispensado das funções que tinha na fábrica. Daniel afirma que ela estava desesperada para que a irmã regressasse e pergunta se Hortense tem conhecimento das tramas que andou a preparar contra Armando e Violante. Hortense aparece e pergunta que história é aquela, mas Eugénia desculpa-se, dizendo que são os devaneios de Daniel e este aconselha Hortense a perguntar a Violante.

Jacinta anuncia nos altifalantes do Mundão que a Santinha regressou por milagre e que traz consigo o fruto do amor, Gabriel. Muitos devotos juntam-se à porta da casa e gritam “milagre!”.

Renato conta a Sara e Dora que Aurora apareceu e que deviam ir ter com ela para receber uma bênção. Sara diz a Ema que pode esperar por eles e esta aceita. Ema deambula séria pela casa e estaca ao ver um cinto de Renato. Quando os três regressam a casa estranham o facto de Ema ter desaparecido.

Miguel fala com Helena e diz-lhe que o deixe em paz, pois as maldades dela não têm desculpa e que ela é uma grande deceção para ele. Helena insiste em fazer as pazes com o irmão e este deixa escapar que Gonçalo está de regresso com Aurora e o filho, o que a deixa em desespero. Miguel conta a Violante sobre o regresso da Santinha e esta afirma que Helena já deve estar a par e que têm de estar preparados para tudo. Helena chama a empregada e ordena que lhe chame um táxi.

Daniel aparece para jantar com Amélia e diz-lhe que ela lhe faz bem, porque pode ser ele próprio. Maria Polícia entra de rompante e, para espanto de Daniel e Amélia, afirma que está ali para falar sobre os assassinatos.

Arquivado em: Noticias | 27 de Junho de 2012
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Resumo do 288º Episódio de Remédio Santo

Entre 18 a 24 de junho...

Edgar diz a Miguel que Clarinha antes de ter sido assassinada fez uma queixa contra Renato na Comissão Nacional de Eleições. Miguel garante que não houve batota, mas Edgar explica que não confia em Renato e que vai para a frente com a queixa também para honrar a memória da irmã. Miguel surpreende-o, afirmando que o vai ajudar.

Enquanto Armando se mostra receoso a Ângelo, este diz-lhe que vai testemunhar a seu favor em tribunal. Eugénia mostra a notificação para o julgamento e faz crer a Violante que o destino de Armando está nas suas mãos. Violante pede-lhe que pense bem no que vai fazer porque o problema é entre elas as duas e não Armando. Eugénia diz que irá fazer o que achar certo mas deixa no ar a dúvida e medo de Violante.

Gonçalo e Eugénia combinam um plano para terem a certeza da cegueira de Helena. Gonçalo borrifa-se com o perfume intenso de Eugénia, Helena reconhece o cheiro e pergunta a ex-sogra por que não fala, acusando-a de estar a gozar com ela. Gonçalo revela-se e Helena tenta chegar perto dele. O Monforte acusa-a de ter uma obsessão doentia e que nunca mais vai chegar perto dele. Ele sai e Helena fica desesperada com ar enlouquecido a gritar pelo seu amor.

Hortense prepara a festa surpresa para ajudar as mulheres sozinhas. As três Marias observam o bar muito intrigadas, sem saber o que se vai passar ali. Hortense anima todas as mulheres presentes e diz-lhes que vai começar a festa onde se vão sentir felizes.

Eugénia diz a Armando que o depoimento dela depende dele. Armando fica tenso e engole em seco quando ela o chantageia e lhe diz que, ou larga Violante ou está tramado em tribunal. Armando afirma que não cede a chantagens de ninguém e que ela mais uma vez mostrou o seu carácter. Eugénia tenta falar mas ele não lhe dá hipótese expulsa-a de casa.

Renato diz a Sara que está a tratar de alugar o antigo consultório de Celso e Gonçalo para começar a fazer as festas “calientes de Mundão”. Enquanto Renato informa Sara que ela irá trabalhar junto com ele, aparece uma funcionária da junta que, com uma garrafa na mão, se insinua a Renato. Sara furiosa levanta-se deixando Renato muito atrapalhado.

As Três Marias vão à festa de inauguração de Hortense e no final fazem-lhe muito elogios. Hortense afirma que irá ajudar todas as mulheres infelizes de Viseu.

Ester aparece no largo da Sé, pavoneando-se de forma provocadora, enquanto uns rapazes assobiam. Esta mete-se com um homem de quem tira o cigarro, deixando outros sem capacidade de reacção à forma desinibida e quase predadora como se passeia.

Ema aparece no Mundão e vai ter com Olinda e Deolinda, que estão a meter os mexericos em dia. Ema mostra-lhes um papel e pergunta se a podem informar onde é aquela morada.

Arquivado em: Noticias | 27 de Junho de 2012
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Resumo do 287º episódio de Remédio Santo

Entre 18 a 24 de junho...

Maria Caixões e Maria Coveira pressionam Maria Polícia, dizendo que agora não há lugar a falhas e que se ela fizer o seu trabalho ninguém vai ficar a saber do seu passado criminoso. Maria Polícia diz que quer tanto como elas apanhar o Assassino das Vestes Negras e que vai fazer de tudo para conseguir.

Renato mostra a Sara e Dora um carro topo de gama e diz ser um direito do presidente da junta. Sara pergunta porque é que nunca viu Edgar num automóvel daqueles e Renato afirma que é porque ele era um totó e não soube valer os seus direitos presidenciais.

Hortense faz algumas mudanças no bar que fica direccionado mais para os doces conventuais. No bar pode-se ler a palavra “partilha” afixada numa das paredes. A mãe de sebastião prepara-se para distribuir panfletos a anunciar a inauguração e apela a mulheres viúvas, solteiras ou descomprometidas a conhecerem o “novo bar”.

Jacinta pede a Ângelo que se concentre pois, apesar da morte de Clarinha, a vida segue em frente. Ângelo dá-lhe razão e afirma que está pronto, dizendo que Zacarias o seguiu até ali e dando a Jacinta o colar que Babel lhe deu.

Daniel vai ter com Amélia, afirmando que o seu assunto é dinheiro pois desconfia que ela pode descobrir o tesouro e não lhe dizer nada. Amélia muda a postura e fica sedutora para ele, perguntando se ele também tem um lado obscuro. Os dois envolvem-se, enquanto Amélia tenta saber se Daniel já matou alguém. Este afirma que nunca o fez e Amélia frustrada sai de cima dele, contudo Daniel puxa-a e ela não consegue resistir, entregando-se.

Maria Caixões chama por Zacarias e mostra-se preocupada. Maria Coveira afirma que a ele ninguém faz mal, mas sim o contrário pois já toda a gente sabe que ele é o filho do Diabo. Maria Caixões irrita-se e pede que não acreditem nessas coisas. Maria Polícia pergunta à irmã como é que Zacarias sabia da morte e do local onde estava Clarinha.

Ângelo sabe que está a ser seguido por Zacarias, quando este lhe aparece à frente, afirmando que é agora que ele o vai levar a Aurora. Ângelo corre e atrai-o para uma cruz desenhada com contornos de água benta. Zacarias fica como um animal enjaulado e não consegue sair dali. Jacinta e Venâncio começam a executar um exorcismo com passagens da bíblia e fumos de incensos. Ângelo toca a sua flauta, enquanto Zacarias fica cada vez mais fraco até que cai inerte e desaparece para grande espanto dos presentes.

Aurora diz a Gonçalo que está a ter uma boa sensação e que tem vontade de levar Gabriel à rua. Gonçalo afirma que é perigoso mas ela conta que não, que sente que pela primeira vez é seguro.

Jacinta informa o Mundão que estão todos livres do filho do diabo. Maria Caixões vai pedir satisfações e diz que vai fazer com eles sejam presos por rapto. Jacinta avisa para ter cuidado e que se lembre de Maria Polícia que também tentou incriminar Latinhas e agora tramou-se. Maria Caixões pede a Maria Policia que prenda Jacinta e Venâncio, mas esta afirma que apenas pode abrir um inquérito porque não há provas nem testemunhas de nada. Maria Policia pede a Jacinta para utilizar o sistema sonoro e admite a toda a Vila que cometeu um erro quando culpou Zé Tavares como, sendo o Assassino das Vestes Negras.

Arquivado em: Noticias | 11 de Junho de 2012
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“Sou séria e distante, não deixo que entrem facilmente no mundo das minhas emoções”

Paula Lobo Antunes em entrevista à Caras

Por detrás desta atriz que gosta de se desafiar em cada personagem, está uma mulher reservada e contida, como deixou explícito nesta conversa com a CARAS.

Paula Lobo Antunes, de 36 anos, filha do conhecido neurocirurgião João Lobo Antu­nes, estudou Biologia Médica, mas acabou por descobrir que a sua verdadeira vocação era representar, ingressando num curso de teatro em Londres. De regresso a Portugal, a atriz conquistou o seu lugar na ficção nacional, sendo uma das caras mais assíduas das telenovelas portuguesas.

No palco, no cinema ou na televisão, Paula Lobo Antunes é uma atriz que não tem medo de se expor e que gosta de se desafiar em cada personagem. Contudo, na vida de todos os dias é uma pessoa “resguardada, secreta”, conta, explicando: “Vivi sempre, sempre dentro do meu ‘eu’ e do meu mundo imaginário”, explica. A este seu lado mais reservado a atriz acrescenta uma dose de superstição, herdada da sua avó materna.

Apesar de não gostar de falar da sua vida privada, nomeadamente do seu namoro com o também ator Jorge Corrula, Paula conversou com a CARAS e revelou um pouco mais sobre a mulher, ou “miúda”, como ainda se considera, que é no seu dia-a-dia.

– Nos últimos meses, participou na novela Remédio Santo, na peça Closer e no filme A Teia de Gelo. Que balanço faz da sua carreira?

Paula Lobo Antunes – Tenho construído uma carreira bastante completa. Acho que o ideal para qualquer ator é ter a possibilidade de trabalhar em várias plataformas. Claro que a minha formação é em teatro e voltar aos palcos foi quase como regressar a casa. Já não fazia teatro há quatro, cinco anos, mas é como andar de bicicleta, não se esquece. A peça [Closer] era muito emocional, sentimental, mas nunca levei isso para casa. Construímos as personagens, mas a partir do momento em que o público bate palmas, a personagem já não está lá.

– Lida bem com a vulnerabi­lidade e com a exposição de subir a um palco?

– Quando comecei na representação, vinha de um meio académico e tinha muita dificuldade em ser vulnerável, que foi uma das coisas que tive mesmo de arrancar dentro de mim. Antes de entrar em palco, digo um mantra que, resumindo, é isto: “Um ator, para se expressar no seu completo, precisa de ser mais vulnerável do que na vida.” Temos mesmo de nos despir de todos os preconceitos e deixar os fantasmas pessoais fora do palco. E é por isso que digo sempre o meu mantra e tenho as minhas superstições. A vulnerabilidade que mostramos é essencial para o público acreditar naquela personagem.

– Na vida custa-lhe mostrar as suas fragilidades?

– Na vida real sou uma pessoa bastante contida. Gosto muito de mostrar as minhas fragilidades nas personagens, mas como Paula, não. Sou séria e distante e não deixo que entrem facilmente no mundo das minhas emoções. É uma forma de me defender.

– E sempre foi assim tão reservada?

– Sim, sempre fui assim. A minha mãe diz-me que eu estava sempre fechada no meu quarto e, se chorava, fazia-o sozinha… Nunca expus as minhas emoções, daí ter sido tão difícil quando me tornei atriz trabalhar essa vulnerabilidade. Sempre fui muito resguardada, secreta. Vivi sempre dentro do meu ‘eu’ e do meu mundo imaginário.

– E como é que é esse seu mundo?

– Tenho amigos muito íntimos, que me conhecem muito bem, não são muitos, são talvez uns cinco ou seis, e tenho a minha família, que é enorme. São essas pessoas que conhecem as minhas fragilidades e sensibilidades. Sou Capricórnio com ascendente em Capricórnio, o que se calhar ainda acentua o facto de ser sensível e muito resguardada. Posso ter um ar um bocadinho frio, distante, mas quando deixo as pessoas entrarem na minha vida, percebem que sou uma lamechas!

– Falou de superstições. É uma pessoa muito supersticiosa?

– Sou e tenho muitos rituais. Quando estou a fazer teatro isso nota-se imenso. Entro sempre em palco com o pé direito, tenho o meu mantra que digo antes de começar a representar, tenho uma lista de definições da personagem que repito constantemente… E tudo tem uma ordem. Faço sempre uma saudação ao sol, que vem da minha prática de ioga. É algo que me dá energia e que me ajuda a estar centrada.

– E de quem é que herdou esse seu lado mais supersticioso ou místico?

– A minha avó materna era das pessoas mais supersticiosas que conheci e quando vim dos Estados Unidos passei muito tempo com ela, que me transmitiu essa forma de estar. Sempre fui muito interessada nessas superstições. Nunca sento 13 pessoas à mesa, não abro um chapéu-de-chuva dentro de casa, não parto espelhos… Sei que não morro se não fizer estas coisas, mas sinto-me melhor se as fizer. Não sou prisioneira das minhas superstições, mas fazem parte de mim. Às vezes precisamos de amuletos que nos ajudem a acreditar mais em nós próprios.

– Posso deduzir que gosta de rotinas?

– Mais ou menos. A rotina maça-me e cansa-me. Claro que há coisas nas rotinas que me fazem sentir segura, mas não gosto que essa sensação de segurança ponha em causa a minha espontaneidade. Já me aconteceu acabar umas gravações e sem nada planeado meter-me num avião para Paris. Gosto de correr alguns riscos calculados e sou uma pessoa destemida, mas não sou tresloucada.

– Tem 36 anos. Ainda se sente muito menina ou já é uma mulher?

– Ainda me sinto uma miúda e de vez em quando visto-me e comporto-me como tal. E isso é muito próprio dos atores, porque o nosso trabalho é brincar, fingir e isso traz ao de cima a criança que há em nós.

– Tem uma relação sólida com o ator Jorge Corrula. Já faz sentido pensar em casamento ou em ter filhos?

– Não penso nisso. Quero ser feliz, trabalhar e ter saúde. Não tenho grandes aspirações pessoais. Ser mãe vai acontecer quando chegar o momento. Não gosto de fazer planos. Vivo o dia-a-dia.

– Acredito que ao longo destes anos o Jorge se tenha tornado uma das pessoas que mais a apoia e que melhor a conhece…

– Rodeio-me de pessoas que me apoiam incondicionalmente, mas há certas coisas que não são para partilhar, porque senão torna-se muito invasivo. Quando as perguntas envolvem outras pessoas não gosto muito de comentar… Não tenho o direito de partilhar algo que vivo com o Jorge. Só posso partilhar algo que seja exclusivo da minha pessoa. E num casal somos dois.

– Depois da promoção do filme A Teia de Gelo, o que se segue?

– Agora preciso mesmo de férias e de ter tempo para mim.

– Assusta-a ficar sem trabalho?

– Um ator não pode parar nem pode dizer que está sem fazer nada, porque trabalho gera trabalho. Se está parado tem de dizer que está a estudar! Um ator tem sem­pre coisas para ler, aprender… E nunca nos podemos apoiar no último trabalho que fizemos, por melhor que tenha corrido. Temos sempre algo a provar.

– Tirou o seu curso de teatro em Inglaterra. Faz sentido pensar numa carreira internacional?

– Já fez sentido, mas entretanto fiquei por cá. Não sei o que vai acontecer a seguir. Hoje em dia o trabalho em Portugal está cada vez mais reduzido, os apoios culturais são lastimáveis… Mas gostava de fazer produções próprias.

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 10 de Junho de 2012
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Em Remédio Santo – de 11 a 17 de junho

Armando agride Daniel

O pai de Ângelo descobre que o rival e Eugénia o roubaram e fica furioso ao ponto de o socar

Violante fica intrigada ao reparar num quadro que não assenta totalmente na parede, ao desloca-lo descobre o gravador que Eugénia ali escondera. Violante mostra o aparelho a Daniel que fica entusiasmado, mas ela afirma que quer falar a sós com Armando. Violante mostra a gravação ao namorado que fica furioso. Nesse momento, surge Daniel e sem pensar Armando insurge-se contra o rival e começa a esmurrá-lo perante Violante que não sabe o que fazer. Eugénia aparece e Violante impede que Armando bata em Eugénia que gela quando a inimiga lhe diz que ouviram a gravação que a incrimina. Eugénia diz que fez o que fez por que ama Armando e que a vida dele está nas suas mãos. Armando expulsa-a da casa, enquanto Violante chama uma ambulância para Daniel.

Daniel e Amélia beijam-se

Para deixar as coisas bem esclarecidas, Daniel procura Amélia e diz-lhe que não quer que ela pense que ele está interessado nela. Amélia avisa que mesmo que ele queira estará a perder tempo, Daniel acaba por acusá-la de não ter classe. Amélia diz que pode ser uma galdéria, mas que ele nunca lhe vai tocar. Este não se contém, agarra-a e beija-a. Amélia ainda o empurra, mas depois deixa-se levar pelo beijo.

Não perca!

Para infelicidade de Edgar, Renato vence as eleições do Mundão. Clarinha grita que houve fraude e Maria Polícia afirma que tem de haver investigação.

Arquivado em: Noticias | 10 de Junho de 2012
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Resumo do 286º episódio de Remédio Santo

Entre 18 a 24 de junho...

Jacinta diz a Ângelo que tem o plano perfeito para apanhar o Belzebu, mas quando chegar a hora ele será chamado. O pastor afirma não ter medo de Zacarias, mas Jacinta diz que estava a falar do Assassino das Vestes Negras e pergunta se ele não recebeu as cartas, mas Ângelo diz que não sabe do que ela está a falar. Jacinta revela que toda a vila recebeu uma carta.

Aurora levanta-se para ir buscar algo e tem um pressentimento, o que a aflige. Gonçalo pergunta o que se passa e a Santinha afirma que a morte está de volta. Aurora diz que teve uma premonição e que alguém vai morrer.

Edgar pergunta a Miguel se viu Clarinha, mas este nega e entra no quarto, começando a ler os textos da namorada. Fica surpreso e emocionado por num dos textos ela declarar o amor que sente por ele.

De forma misteriosa o corpo de Clarinha jaz num buraco no chão junto a um caminho de terra batida, com um golpe no pescoço e uma faca cravado no chão.

Hortense diz que nem consegue acreditar que Amélia se voltou a despedir. Sebastião diz que é verdade e que tem sido ele e Evangelina a tomar conta do bar, mas que o negócio tem estado fraco pois com a irregularidade de horários os clientes devem ter ido para outro lado. Hortense recusa-se a deixar morrer o negócio e apesar dos esforços do filho para ela se manter ali, Hortense dirige-se ao bar para ver como estão as coisas.

As três Marias estão muito preocupadas pelo desaparecimento de Clarinha e Maria Coveira sugere ligarem para os hospitais, contudo Zacarias diz que não vale a pena e revela que sabe onde Clarinha está. Todos ficam em choque quando o rapaz revela que a jovem encontra-se no campo morta. Miguel recusa-se a acreditar e agarra Zacarias pelo pescoço. Edgar tenta fazer com que Miguel o liberte, mas Zacarias diz que é verdade que Clarinha foi assassinada.

Renato comenta com Jacinta e vários populares que o assassino não vai aparecer ali porque tem medo. Jacinta apoia as palavras dele, quando Dora vê um vulto atrás da porta. Todos se preparam para atacar quando aparece Amélia que informa que a vítima da morte foi Clarinha. Sara pergunta como é que ela sabe e Amélia conta que veio da casa das Marias e que foi Zacarias quem deu a noticia.

A tristeza assola todo o Mundão, Maria Polícia tenta manter-se firme, mas acaba por desmoronar-se em lágrimas. Já Edgar não consegue acreditar como a irmã cheia de vida se foi, enquanto Violante tenta consolar o filho.

Jacinta visita Aurora e Gonçalo e informa que o Assassino das Vestes Negras voltou a atacar e que a vítima foi Clarinha. Gonçalo afirma que ao menos se comprovou que afinal Zé Tavares não era o assassino. Jacinta conta que a culpa é em parte de Maria Polícia, pois nem conseguiu proteger a própria família. Aurora diz que Ângelo e Miguel devem estar de rastos.

Arquivado em: Noticias | 10 de Junho de 2012
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Resumo do 285º episódio de Remédio Santo

Entre 11 a 17 de junho...

O relógio aproxima-se da hora de fecho da urna e Edgar mostra-se tenso, andando de um lado para o outro. Renato levanta-se da cama onde estava deitado, ajeita o cabelo e afirma para si que está na hora de saber o resultado. Sara vê Renato sair da Junta de cabeça baixa e comenta com Dora que ele não deveria ter festejado antes de tempo. Renato levanta a cabeça ergue os braço e afirma aos Munduenses que ganhou. Clarinha grita que houve fraude e Maria Polícia afirma logo que tem de haver uma investigação.

Duas beatas da vila deparam-se com uma figura misteriosa a rondar a porta do Café Central e a verificar um conjunto de cartas. As duas ficam em pânico, enquanto veem a figura a afastar-se na escuridão da noite.

Hortense diz à Madre Superiora que está pronta e está afirma que ela só sai se quiser. A filha de Graça afirma ter a alma limpa e fazer mais falta lá fora. A Madre pede-lhe que não se esqueça delas e Hortense afirma que nunca o fará.

Amélia olha muito séria para uma carta assinada pela Morte em que diz que no dia seguinte poderá ser o dia dela. As beatas mostram a Jacinta e ao Padre Venâncio as cartas que ambas receberam. Jacinta, que também recebeu uma carta, afirma que não tem medo nenhum. Uma das beatas conta se a Morte deixou cartaz a toda a gente a pessoa que não tiver carta é o assassino.

As três Marias recebem três cartas e Maria Polícia suspira afirmando que lá se foi a teoria dela sobre o assassino para a deixarem em paz. Jacinta junto com outros populares vão ter com ela e pedem explicações. Maria Polícia fica surpreendida por toda a vila ter recebido a carta de ameaça e promete aplicar-se para descobrir quem é o assassino.

Daniel procura Amélia e diz-lhe que não quer que ela pense que ele está interessado nela. Amélia avisa que mesmo que ele queira estará a perder tempo, Daniel acaba por acusá-la de não ter classe. Amélia diz que pode ser uma galdéria, mas que ele nunca lhe vai tocar, este não se contém, agarra-a e beija-a. Amélia ainda o empurra, mas depois deixa-se levar pelo beijo.

Hortense chega a casa e muito serena, afirma que está de volta. Sebastião e Evangelina ficam perplexos por verem-na vestida de freira. Hortense conta o que lhe aconteceu e diz se pronta para partilhar e ajudar. Evangelina e Sebastião completamente incrédulos assistem a Hortense que lhes dá a sua bênção. Hortense afirma que reparou que os potes dela não estão em cima da lareira e pergunta se lhes aconteceu alguma coisa.

Arquivado em: Noticias | 06 de Junho de 2012
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