“Sou séria e distante, não deixo que entrem facilmente no mundo das minhas emoções”

Por detrás desta atriz que gosta de se desafiar em cada personagem, está uma mulher reservada e contida, como deixou explícito nesta conversa com a CARAS.

Paula Lobo Antunes, de 36 anos, filha do conhecido neurocirurgião João Lobo Antu­nes, estudou Biologia Médica, mas acabou por descobrir que a sua verdadeira vocação era representar, ingressando num curso de teatro em Londres. De regresso a Portugal, a atriz conquistou o seu lugar na ficção nacional, sendo uma das caras mais assíduas das telenovelas portuguesas.

No palco, no cinema ou na televisão, Paula Lobo Antunes é uma atriz que não tem medo de se expor e que gosta de se desafiar em cada personagem. Contudo, na vida de todos os dias é uma pessoa “resguardada, secreta”, conta, explicando: “Vivi sempre, sempre dentro do meu ‘eu’ e do meu mundo imaginário”, explica. A este seu lado mais reservado a atriz acrescenta uma dose de superstição, herdada da sua avó materna.

Apesar de não gostar de falar da sua vida privada, nomeadamente do seu namoro com o também ator Jorge Corrula, Paula conversou com a CARAS e revelou um pouco mais sobre a mulher, ou “miúda”, como ainda se considera, que é no seu dia-a-dia.

– Nos últimos meses, participou na novela Remédio Santo, na peça Closer e no filme A Teia de Gelo. Que balanço faz da sua carreira?

Paula Lobo Antunes – Tenho construído uma carreira bastante completa. Acho que o ideal para qualquer ator é ter a possibilidade de trabalhar em várias plataformas. Claro que a minha formação é em teatro e voltar aos palcos foi quase como regressar a casa. Já não fazia teatro há quatro, cinco anos, mas é como andar de bicicleta, não se esquece. A peça [Closer] era muito emocional, sentimental, mas nunca levei isso para casa. Construímos as personagens, mas a partir do momento em que o público bate palmas, a personagem já não está lá.

– Lida bem com a vulnerabi­lidade e com a exposição de subir a um palco?

– Quando comecei na representação, vinha de um meio académico e tinha muita dificuldade em ser vulnerável, que foi uma das coisas que tive mesmo de arrancar dentro de mim. Antes de entrar em palco, digo um mantra que, resumindo, é isto: “Um ator, para se expressar no seu completo, precisa de ser mais vulnerável do que na vida.” Temos mesmo de nos despir de todos os preconceitos e deixar os fantasmas pessoais fora do palco. E é por isso que digo sempre o meu mantra e tenho as minhas superstições. A vulnerabilidade que mostramos é essencial para o público acreditar naquela personagem.

– Na vida custa-lhe mostrar as suas fragilidades?

– Na vida real sou uma pessoa bastante contida. Gosto muito de mostrar as minhas fragilidades nas personagens, mas como Paula, não. Sou séria e distante e não deixo que entrem facilmente no mundo das minhas emoções. É uma forma de me defender.

– E sempre foi assim tão reservada?

– Sim, sempre fui assim. A minha mãe diz-me que eu estava sempre fechada no meu quarto e, se chorava, fazia-o sozinha… Nunca expus as minhas emoções, daí ter sido tão difícil quando me tornei atriz trabalhar essa vulnerabilidade. Sempre fui muito resguardada, secreta. Vivi sempre dentro do meu ‘eu’ e do meu mundo imaginário.

– E como é que é esse seu mundo?

– Tenho amigos muito íntimos, que me conhecem muito bem, não são muitos, são talvez uns cinco ou seis, e tenho a minha família, que é enorme. São essas pessoas que conhecem as minhas fragilidades e sensibilidades. Sou Capricórnio com ascendente em Capricórnio, o que se calhar ainda acentua o facto de ser sensível e muito resguardada. Posso ter um ar um bocadinho frio, distante, mas quando deixo as pessoas entrarem na minha vida, percebem que sou uma lamechas!

– Falou de superstições. É uma pessoa muito supersticiosa?

– Sou e tenho muitos rituais. Quando estou a fazer teatro isso nota-se imenso. Entro sempre em palco com o pé direito, tenho o meu mantra que digo antes de começar a representar, tenho uma lista de definições da personagem que repito constantemente… E tudo tem uma ordem. Faço sempre uma saudação ao sol, que vem da minha prática de ioga. É algo que me dá energia e que me ajuda a estar centrada.

– E de quem é que herdou esse seu lado mais supersticioso ou místico?

– A minha avó materna era das pessoas mais supersticiosas que conheci e quando vim dos Estados Unidos passei muito tempo com ela, que me transmitiu essa forma de estar. Sempre fui muito interessada nessas superstições. Nunca sento 13 pessoas à mesa, não abro um chapéu-de-chuva dentro de casa, não parto espelhos… Sei que não morro se não fizer estas coisas, mas sinto-me melhor se as fizer. Não sou prisioneira das minhas superstições, mas fazem parte de mim. Às vezes precisamos de amuletos que nos ajudem a acreditar mais em nós próprios.

– Posso deduzir que gosta de rotinas?

– Mais ou menos. A rotina maça-me e cansa-me. Claro que há coisas nas rotinas que me fazem sentir segura, mas não gosto que essa sensação de segurança ponha em causa a minha espontaneidade. Já me aconteceu acabar umas gravações e sem nada planeado meter-me num avião para Paris. Gosto de correr alguns riscos calculados e sou uma pessoa destemida, mas não sou tresloucada.

– Tem 36 anos. Ainda se sente muito menina ou já é uma mulher?

– Ainda me sinto uma miúda e de vez em quando visto-me e comporto-me como tal. E isso é muito próprio dos atores, porque o nosso trabalho é brincar, fingir e isso traz ao de cima a criança que há em nós.

– Tem uma relação sólida com o ator Jorge Corrula. Já faz sentido pensar em casamento ou em ter filhos?

– Não penso nisso. Quero ser feliz, trabalhar e ter saúde. Não tenho grandes aspirações pessoais. Ser mãe vai acontecer quando chegar o momento. Não gosto de fazer planos. Vivo o dia-a-dia.

– Acredito que ao longo destes anos o Jorge se tenha tornado uma das pessoas que mais a apoia e que melhor a conhece…

– Rodeio-me de pessoas que me apoiam incondicionalmente, mas há certas coisas que não são para partilhar, porque senão torna-se muito invasivo. Quando as perguntas envolvem outras pessoas não gosto muito de comentar… Não tenho o direito de partilhar algo que vivo com o Jorge. Só posso partilhar algo que seja exclusivo da minha pessoa. E num casal somos dois.

– Depois da promoção do filme A Teia de Gelo, o que se segue?

– Agora preciso mesmo de férias e de ter tempo para mim.

– Assusta-a ficar sem trabalho?

– Um ator não pode parar nem pode dizer que está sem fazer nada, porque trabalho gera trabalho. Se está parado tem de dizer que está a estudar! Um ator tem sem­pre coisas para ler, aprender… E nunca nos podemos apoiar no último trabalho que fizemos, por melhor que tenha corrido. Temos sempre algo a provar.

– Tirou o seu curso de teatro em Inglaterra. Faz sentido pensar numa carreira internacional?

– Já fez sentido, mas entretanto fiquei por cá. Não sei o que vai acontecer a seguir. Hoje em dia o trabalho em Portugal está cada vez mais reduzido, os apoios culturais são lastimáveis… Mas gostava de fazer produções próprias.

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 10 de Junho de 2012
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“Vou fazer queixa à Polícia”

Num perfil falso do Facebook de Sara Barradas, foi escrito que a actriz tinha terminado a relação com José Raposo, porque este “não tinha pressão” suficiente para ela. A actriz desmente e garante que vai resolver o caso na Justiça.

Numa página do Facebook com o seu nome foi escrito que estava separada do José Raposo. O que aconteceu?

Trata-se de uma página de Facebook falsa. Alguém tentou fazer-se passar por mim de uma maneira baixa. É mentira que estejamos separados e, mesmo que isso algum dia acontecesse, nunca iria lavar roupa suja para a internet.

Tem ideia de quem é que tentou fazer-se passar por si?

Não, mas quero descobrir e, inclusivamente, vou entregar o caso à Polícia, apresentar queixa. Só pode ser alguém que não gosta de mim e do Zé e que quer denegrir a nossa vida pessoal.

Como soube do que aconteceu?

Pela Maria João Abreu [ex-mulher de José Raposo]. Tínhamos estado a jantar em casa dela, ontem e, assim que viu isto, ligou a alertar. Euri-me e fui ter com o Zé, que estava a fazer a barba, e disse-lhe: “Já viste que estamos separados?”.

Foi a primeira vez que uma situação deste tipo aconteceu consigo?

Não, eu já tinha conhecimento da existência deste perfil de Facebook falso, porque a pessoa já tinha adicionado alguns colegas meus e tentado falar com eles, mas desta vez foi longe demais e não posso deixar a situação passar impune.

Continua, então, feliz …

Sim, estamos tranquilos e felizes. Mas sabemos que há pessoas que não gostam de nós enquanto casal.

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 03 de Junho de 2012
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“O ideal é fazer palco, cinema e televisão”

Sorridente e elegante: Foi assim que a atriz Paula Lobo Antunes compareceu à antestreia da longa-metragem A Teia de Gelo, na qual participa. Na companhia do namorado, Jorge Corrula, e do pai, João Lobo Antunes,presentes para lhe darem o seu apoio, a atriz confessou que foi uma honra participar neste filme realizado porNicolau Breyner.

Atualmente de férias, depois de as gravações da novela da TVI Remédio Santo terem terminado no final do mês de março, a atriz tem-se dedicado à fundação Make a Wish, da qual é embaixadora desde o ano passado.“Estou a participar mais nos desejos e na fundação, pois durante o ano não consegui”, explicou. Esta fundação procura realizar desejos de crianças e jovens com doenças graves e Paula foi escolhida “dada a sua simpatia, sensibilidade, disponibilidade e atitude perante a vida, que se enquadra nos valores da MAW”,referiu a organização.

Sem regresso anunciado à representação, Paula aguarda agora novos trabalhos, seja nos palcos, no cinema ou na televisão. “Não consigo dizer se gosto mais de cinema ou de televisão. Acho que tem de se conciliar as três artes de interpretação, para mim é o ideal”revelou a atriz. Já o pai, quando questionado sobre o género em que prefere ver Paula Lobo Antunes, afirmou, orgulhoso: “No género filha!”

Feliz por integrar o elenco do filme A Teia de Gelo, já em exibição nas salas de cinema nacionais, Paula destacou o ambiente familiar que se criou durante as filmagens. “O ambiente era tão bom, foi uma coisa muito familiar, foi um divertimento. Se todos os trabalhos fossem assim, era um prazer”Este não foi, no entanto, o primeiro trabalho da atriz em cinema, que já integrou o elenco de filmes como Corrupção e O Buraco.

Trabalhar com Nicolau Breyner no papel de realizador foi uma honra, como diz, e filmar a sua personagem um desafio: “Faço de Madalena, que vive na casa onde a trama vai parar. Sou filha da Margarida Marinho. É uma família que está um bocado parada no tempo, ela está ali deslocada, não faz nada, basicamente podia ser chamada uma ‘dondoca’, não estuda, é uma menina rica e que simplesmente se diverte. Depois, quando chega a personagem do Diogo Morgado, aí é quando começa a trama…” e mais não diz, adianta, sob o olhar atento do namorado Jorge Corrula, imensamente orgulhoso do seu trabalho.

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 07 de Maio de 2012
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“Por mim não fazia mais nada, só fotografava”

Apaixonado por fotografia, o ator Jorge Corrula vai ser dos próximos convidados do programa semanal Fotografia Total (TVI24). Entrevistado por Luiz Carvalho, profissional com vários anos na arte e que completou “um sonho antigo de fazer um programa televisivo sobre fotografia que fosse acessível a toda a gente”, o Celso Cardoso de Remédio Santo aproveitou a oportunidade para “aprender e tirar algumas dúvidas mais técnicas”.

Em declarações à VIP, o ator admitiu que o gosto pela fotografia é tal que “se pudesse não fazia mais nada”. Mesmo sendo fotografado várias vezes em eventos públicos, Jorge Corrula confessa que prefere muito mais estar do lado detrás da máquina: “Com os modelos pode ser diferente, mas não conheço nenhum ator que prefira ser fotografado. Eu por mim andava o dia inteiro na rua a tirar fotografias”diz.

Fã de fotografia urbana, o ator teve nas campainhas das portas lisboetas um dos seus últimos temas. “Geralmente escolho um tema e ando pela rua a tentar conseguir o resultado mais perfeito possível”revela.
Detentor de vários modelos de máquinas, o ator admite que não viaja sem, pelo menos, três delas: uma aquática, uma de bolso e uma SLR profissional. Nas últimas férias, de apenas seis dias, fez mais de mil fotografias, muitas das quais na companhia da namorada, a atriz Paula Lobo Antunes“Divertimo-nos bastante. Há sempre alguém simpático que se apresta para nos tirar uma foto com a nossa máquina, mas nós até já aprendemos a fazê-lo sem ajuda. Basta estender o braço e a fotografia passa a ser uma coisa só nossa. Com uma certa prática, até o enquadramento acaba por ficar bem à primeira”, revela, divertido.

Mesmo que não imprima grande parte dos momentos que capta, o ator admite que já por diversas vezes não resistiu à tentação de colocar em papel o resultado final das suas experiências: “Tenho alguns quadros de 20×30, coisas pequenas (até porque não sou pessoa de imprimir), com as minhas preferidas. Fiz uma vez uma tela de uma fotografia minha e gostei do resultado, mas não é algo que costume fazer. Tenho, isso sim, dois discos rígidos onde faço backups de tudo o que tenho, até porque raramente apago alguma foto. Limito-me a mandar fora as que estão desfocadas ou desenquadradas”, conta.

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 07 de Maio de 2012
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“Ajudar os outros dá-me muito prazer”

Almeno Gonçalves cedo percebeu que queria ser actor, mas em miúdo sonhava ordenar-se padre, atraído pelo altruísmo da Igreja.

É verdade que sonhava ser padre?

[Risos] É verdade. Era miúdo. Eu nasci numa aldeia do concelho de Cabeceiras de Basto e vivi sempre em Braga, uma cidade muito religiosa e, naturalmente, fui influenciado por isso.

Teve uma educação católica?

Profundamente católica. Fiz as comunhões todas.

E hoje é católico?

Tenho muitas dúvidas. Sinto que há uma ‘décalage’ entre a teoria e a prática religiosa.

E foi nas festas da catequese que começou a representar?

Sim, comecei a ganhar gosto pelo teatro. Tinha amigos que representavam, mas ainda me interessava o desporto. Mais tarde, quando fui para o liceu, a minha professora de História é que foi determinante, porque me escolheu para fazer parte da peça ‘O Ganso de Ouro’. Foi a primeira vez que representei. Tinha 12 anos e fiquei apaixonadíssimo.

Gostou dos aplausos, de viver outras vidas?

Gostei da ideia de espectáculo. Podermos partilhar experiências de vida, da pouca vida que tínhamos. Poder estar com as pessoas por um objectivo, o que também tem muito a ver com a parte desportiva. Os desportos que pratiquei foram colectivos: andebol e também futebol.

Gosta de trabalhar em grupo?

Muito. Gosto dessa ideia. E foi o que me fez gostar do teatro.

E como é que uma família católica aceita a sua profissão?

Pois… Não aceitou muito bem. Inicialmente era uma brincadeira de miúdos. Achavam que ia passar. Até ao dia em que fui convidado a integrar uma companhia profissional, a CENA. E tive de decidir. Tinha 19 anos.

Já tinha completado o liceu?

Já, e a ideia era ir para a faculdade tirar um curso. Mas eu queria mesmo fazer teatro. Os meus esforços eram nesse sentido. E com 20 anos vim para Lisboa.

Pode dizer-se que sonhou ser padre pelo espectáculo a que assistia quando ia à missa?

Era um espectáculo fantástico. A igreja onde eu ia tinha uma banda de música moderna, já com guitarras eléctricas, trompetes… E isso era estimulante, a igreja ficava à cunha… Mas eram as questões da solidariedade, de algum altruísmo, que me motivavam. Ajudar os outros dá-me muito prazer. Acredito na solidariedade e na partilha.

São as emoções que o levam a ser solidário?

São. De alguma forma, não há muita racionalidade nisto. É um ímpeto qualquer interior que, perante uma injustiça ou qualquer coisa, me faz reagir. E isso também é subjectivo. O que é que é justo e o que é que não é justo?

É impulsivo?

Sou. E tenho de me controlar porque é um dos meus aspectos negativos.

Já se arrependeu de alguma coisa?

Não, porque acredito que quando sou impulsivo é porque acredito mesmo nas coisas.

“TENHO MEDO DO FUTURO. NÃO SEI SE É A IDADE”

Está mais magro…

Fiz uma dietazinha. E comecei a ter mais cuidado com a alimentação.

Tem hobbies?

Tenho. Jardinagem.

E medos?

Tenho medo de muitas coisas. Mas essencialmente tenho medo do futuro. Não sei se é a idade, acho que as coisas não estão fáceis para os portugueses em geral e para a nossa profissão em particular.

Estamos a falar de questões financeiras?

E não só. Mesmo da ocupação das pessoas. Se deixam de trabalhar, de fazer aquilo para que se prepararam, então fazem o quê?

Esses receios fazem de si um homem cauteloso?

Não muito. Eu penso no futuro, mas rapidamente também me esqueço, porque o presente é tão forte, intenso…

“APAIXONÁMO-NOS E ACONTECEU”

Diz que é um homem de paixões. Vive há cinco anos com a actriz Patrícia Pinheiro, que é muito mais nova…

Mas não são 33 anos de diferença como já disseram. São 27. Apaixonámo-nos e aconteceu. E só depois é que pensámos…

A diferença de idades não interessa?

Não interessa e vamos seguir com a nossa vida, porque gostamos de estar juntos, porque gostamos um do outro.

Gostava de ter mais filhos?

Não é uma questão que se ponha, mas também não descarto. Até agora, não senti necessidade.

Mas diz que a Francisca [filha da relação que teve com Rita Salema] é a melhor coisa do Mundo.

É a melhor coisa. Mas eu tenho uma vida muito preenchida, e a família sofre um bocadinho com isso, com o meu envolvimento na profissão.

Facilita ter uma relação com uma actriz?

Sim. Há compreensão, temos uma relação fantástica. Com a Rita, temos de nos dividir para estarmos presentes. Ela é uma mãe extraordinária.

PERFIL

Actor bem conhecido dos portugueses, que ainda o vêem na novela ‘Remédio Santo’ (TVI), Almeno Gonçalves foi fundador de três grupos de teatro em Braga, distrito onde nasceu. Aos 20 anos, rumou a Lisboa para se formar em Representação, na Comuna, onde esteve 11 anos. Passou pelo TEC, D. Maria II e Teatro Aberto. Tem uma filha com 19 anos.

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 07 de Maio de 2012
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Fãs criticam Rita Pereira

Os fãs de Rita Pereira têm-se manifestado no Facebook da atriz sobre a produção fotográfica que ela protagonizou para a revista “Playboy” e nem todos os comentários são favoráveis.

Se muitos dos seus 191 mil seguidores apreciaram o facto de Rita não surgir em nu integral na revista masculina, muitos são também os que criticam o excesso de roupa com que ela aparece numa publicação tradicionalmente ousada.

Rita tem respondido a algumas das criticas num tom irónico. Ao comentário “É como comprar um Porsche com um motor de um carocha!”, a atriz respondeu: “Tem (quase) toda a razão Pedro, é fazer queixa à DECO!!! Bjs”.

Outro “queixoso” escreveu: “Esta é para as pessoas que querem desculpar o péssimo trabalho da Rita Pereira usando a desculpa de que a ‘Playboy’ mudou o seu conceito. Vejam as fotos da Joana Caldeira (a verdadeira merecedora desta capa!) e expliquem-me lá quais foram os conceitos que a ‘Playboy’ mudou”.

Resposta de Rita Pereira: “Passo a explicar, bem explicadinho, para que não tenhas mais dúvidas, Miguel, não te quero assim revoltado que isso até faz mal ao coração. O conceito que a ‘Playboy’ mudou a nível internacional foi o facto de as capas serem figuras públicas sem nu e as ‘Playmates’, raparigas desconhecidas do público em geral, é que aparecem como vieram ao mundo. Percebes-te, Miguelinho?! Quanto à Joana, está maravilhosa e aproveito para te dizer que ela é uma querida. Bjs e vai dar um mergulho ao mar que é o melhor que tens a fazer”.

O manequim Luís Borges saiu em defesa da amiga, através de mensagem colocada no seu próprio mural do Facebook. “A Rita nunca disse que ia aparecer nua ou o quer que fosse. Vocês é que começaram a fazer filmes na vossa cabeça! Mas tem alguma lógica uma mulher famosa ir-se despir por 25 mil euros??? No Brasil elas recebem acima de 500mil ;) ”, escreveu o marido de Eduardo Beauté.

E a polémica continua nas redes sociais…

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 07 de Maio de 2012
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“Sinto-me muito feminina”

Terminadas as gravações de ‘Remédio Santo’, da TVI, onde dava vida à Santinha da Luz, Sara Barradas decidiu cortar os seus longos caracóis e mudar radicalmente o visual.

“Queria fazer alguma coisa diferente e optei por cortar. Não tem nada a ver com um novo projecto, foi uma decisão pessoal”, esclarece a actriz de 21 anos, sublinhando que adorou o resultado. “Sinto-me muito feminina e foi uma sensação boa quando me vi ao espelho. Depois de ter emprestado a imagem a uma personagem, é bom ser eu própria”.

O marido, José Raposo, de 48 anos, foi apanhado de surpresa com esta mudança: “Não o avisei de nada. Cheguei a casa e ele viu. Amou o corte e disse que estava linda, como sempre”.

Arquivado em: Imprensa, Noticias | 05 de Maio de 2012
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